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MOÇÕES E NOTAS

Última Atualização: 20/10/2020

 

 
 
Nota de Pesar.
A Faculdade de Ciências Humanas (UFGD) manifesta profundo pesar pelo falecimento da Sra. Maria Sarate , mãe da servidora Maria Aparecida C. Sarate Lourenção, ocorrido no dia 04/08/2020 em Dourados.
A FCH se solidariza com a nossa colega e com sua família.

Professores/as, estudantes e técnicos/as se solidarizam com a nossa colega e expressam condolências aos familiares e aos amigos/as. Muita paz e luz nesse momento difícil.
 
Faculdade de Ciências Humanas - FCH/UFGD
 
Nota de Pesar.
A Faculdade de Ciências Humanas (UFGD) manifesta profundo pesar pelo falecimento de Rosalino Cristaldo Sarate, irmão da servidora Maria Aparecida C. Sarate Lourenção, ocorrido no dia 29/07/2020 em Dourados.
A FCH se solidariza com a nossa colega e com sua família.

Professores/as, estudantes e técnicos/as se solidarizam com a nossa colega e expressam condolências aos familiares e aos amigos/as. Muita paz e luz nesse momento difícil.
 
Faculdade de Ciências Humanas - FCH/UFGD
 
 
Nota de Pesar

A Faculdade de Ciências Humanas (UFGD) manifesta profundo pesar pelo falecimento de Luciane Rodrigues Alvesocorrido no dia 02 de julho em Dourados, trabalhadora da empresa terceirizada que atuava na limpeza do Bloco da FCH.

A FCH se solidariza com a nossa colega, uma pessoa que exercia o seu trabalho com dedicação e criou redes de amizades. Sua ausência entre nós está sendo sentida com muita tristeza.

Nesse momento de dor, queremos nos colocar à disposição de familiares e dizer que a Luciane, bem como as trabalhadoras e os trabalhadores terceirizados fazem parte da comunidade FCH e elas e eles não ficarão, jamais, sem o nosso apoio, a nossa consideração e solidariedade.

Professores/as, estudantes e técnicos/as se solidarizam e expressam condolências aos familiares e aos amigos/as. Muita paz e luz nesse momento tão difícil.

 
 
Nota de Pesar
A Faculdade de Ciências Humanas (FCH) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) manifesta pesar pelo falecimento da estudante Laíssa Thaila Vicente, do Programa de Pós-Graduação em História (PPGH), no dia 24 de junho de 2020, na cidade de São José do Rio Preto.
 
Professores/as, estudantes e técnicos/as se solidarizam e expressam condolências aos familiares e aos amigos/as. Muita paz e luz nesse momento tão difícil.
 
Faculdade de Ciências Humanas - FCH/UFGD
 
 
      A Direção da Faculdade de Ciências Humanas (FCH), os/as servidores/as e os/as discentes aguardam, ainda, a resposta referente ao Requerimento encaminhando à Reitoria, para que haja convocações dos Conselhos Deliberativos da UFGD, considerando-se as urgências do momento. Vejamos, abaixo, o Requerimento na íntegra.

R E Q U E R I M E N T O
Requerimento na integra.

 
 

Nota de Pesar
A Faculdade de Ciências Humanas (UFGD) manifesta profundo pesar pelo falecimento da Sra. Eunice Aparecida David Cassiatorre, sogra do Prof. Fernando Perli, docente do curso de História.
 
A FCH se solidariza com o nosso colega, com a sua companheira Andréia Cassiatorre e sua filha Valentina Cassiatorre Perli.
 
As homenagens estão sendo prestadas na cidade de Presidente Prudente, SP.

Dourados - MS, 12 de junho de 2020.  

 
 

CARTA DE APOIO ÀS COMUNIDADES INDÍGENAS DE DOURADOS E MATO GROSSO DO SUL
 
   É com muita preocupação que temos acompanhado o aparecimento e crescimento do número de infectados por coronavírus na Reserva Indígena de Dourados. O vírus, que em menos de seis meses percorreu o mundo deixando mais de trezentas mil vítimas fatais passa por um crescimento acelerado de casos no Brasil, fazendo milhares de vítimas a cada dia. O Estado de Mato Grosso do Sul tendo, por enquanto, o menor índice de infectados do Brasil, vem descuidando de medidas de prevenção e por isso, possivelmente, veremos esse número aumentar cada vez mais nos próximos dias. Queremos enfatizar e cobrar do poder público municipal e estadual que tome medidas de prevenção e proteção ao coronavírus no nosso estado e município considerando que temos uma das maiores populações indígenas do país, que vem sendo, sistematicamente, afetada pelas doenças trazidas pelos não indígenas.
 
   No dia 25 de maio de 2020, haviam sido registrado 44 casos de coronavírus na Reserva Indígena de Dourados. Acompanhamos, aflitos, as preocupações dos estudantes indígenas e outros moradores da reserva com o contágio entre familiares e amigos. Dentro da Reserva Indígena de Dourados vivem cerca de dezessete mil pessoas. A alta densidade populacional da reserva é resultado de um processo violento de colonização. Em benefício do crescimento econômico do estado os povos indígenas foram retirados de seus territórios e reduzidos em pequenas áreas que não deixam condições para a reprodução de seus modos de vida, dependendo, cada vez mais, do trabalho assalariado fora das reservas. Os povos indígenas do Mato Grosso do Sul não podem, mais uma vez, pagar com a vida pelo desenvolvimento econômico do estado e do país.
 
   Atualmente, como não conseguem sobreviver da terra, precisam sair todos os dias para trabalhar na cidade. O município de Dourados conta, diariamente, com o trabalho de milhares de trabalhadores indígenas empregados nos mais diferentes setores e tipos de serviços. Como vimos, os trabalhadores indígenas estão nos frigoríficos, onde foram contaminados pelo coronavírus, mas também trabalham nas usinas, indústrias, construção civil, coleta de resíduos domiciliares, na limpeza da cidade, nos supermercados, farmácias e outros comércios, nas escolas como professores e gestores, nos hospitais como trabalhadores da saúde, no funcionalismo público, entre outros. Também estão presentes nas casas da população da cidade como trabalhadores domésticos. A cidade de Dourados hoje depende de uma diversidade de serviços prestados por trabalhadores indígenas. Moradores da Reserva Indígena de Dourados também estão nas escolas, nas universidades públicas e privadas, nos cursos de formação técnica, estudando e se preparando para atuação futura em diferentes áreas do conhecimento e em diferentes tipos de serviço. Ainda que a reserva indígena de Dourados seja desconhecida por milhares de moradores da cidade de Dourados, usufruímos, cotidianamente, de uma diversidade de serviços prestados pelos/as trabalhadores/as indígenas. E foi justamente trabalhando que os indígenas da reserva se infectaram com o novo coronavírus.
 
   Apelamos para os poderes públicos, da esfera municipal à federal, que leve em consideração a realidade dos povos indígenas no Brasil e no Mato Grosso do Sul e garanta a proteção de suas comunidades. É preciso fortalecer as políticas de distanciamento social fora da aldeia e garantir que as famílias indígenas possam permanecer dentro das aldeias, em suas casas. É preciso garantir que todas as comunidades indígenas em Dourados e em seu entorno tenham acesso à alimentação de qualidade, cuidados de saúde e equipamentos de segurança. É preciso que o governo estadual e municipal, as secretarias municipal e estadual de saúde, as universidades e as organizações civis reúnam esforços e trabalhem em parceria para atender as necessidades das comunidades indígenas no estado do Mato Grosso do Sul neste momento, a fim de diminuir os efeitos da entrada do coronavírus em seus territórios.
 
   Solicitamos à administração da UFGD que não meça esforços no apoio às comunidades indígenas de Dourados e região e que neste momento expanda e fortaleça os serviços que a universidade vem desenvolvendo com estas comunidades.
 
   Solicitamos à comunidade acadêmica que toda e qualquer discussão envolvendo as diretrizes a serem tomadas no enfrentamento ao coronavírus leve em consideração a presença indígena na UFGD, no município de Dourados e seu entorno.
 
   A Faculdade de Ciências Humanas se solidariza com as comunidades indígenas afetadas e se mantém engajada nas medidas de enfrentamento ao coronavírus, atuando (por meio de docentes, discentes e servidores técnicos) em parceria com a rede de cuidado e proteção aos povos indígenas no município de Dourados e região.

 
Dourados-MS, 26 de maio de 2020
 
Conselho Diretor da Faculdade de Ciências Humanas - FCH/UFGD

 
 

Geografia da Saúde: professor Adeir Achanjo da Mota da FCH/UFGD fala sobre relevância da área no enfrentamento à covid-19.

Adeir Archanjo da Mota é docente da Faculdade de Ciências Humanas (FCH) da UFGD, com doutorado em Geografia, é coordenador do grupo de pesquisa “Saúde, Espaço e Fronteira(s)” (GESF) e faz parte do Núcleo Emergencial de Assistência (NEA) e do Comitê de Gerenciamento de Crise (CGC) da Prefeitura de Dourados.

O docente vem contribuindo com os conhecimentos geográficos e o objetivo é o de mapear os grupos de risco, dentre outras ações voltadas a sua área de atuação.

A FCH parabeniza o Professor Aderi e destaca que o seu trabalho é de grande relevância para a nossa Faculdade. 

A matéria completa encontra-se na Página da UFGD.


https://www.ufgd.edu.br/noticias/geografia-da-saude-professor-da-ufgd-fala-sobre-relevancia-da-area-no-enfrentamento-a-covid-19
Marisa Lomba
Diretora da FCH
21/04/2020.
 

 


 


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